Menos 1 Milhão de caixas de antibióticos
Acredita-se que depois da recente exigência da agência reguladora brasileira, as vendas de antibióticos no país despencaram. É inegável que tal exigência foi fundamental para que isto acontecesse, mas a grande razão não está na normativa em si; está no controle, na fiscalização e, quando couber, na aplicação das penalidades pertinentes.
Nos balcões das farmácias não se brinca mais de médico, nem de farmacêutico, com os clientes e com os antibióticos, sob pena de castigo.
Isto não quer dizer que as “brincadeiras” acabaram por completo. Ainda existem aquelas que teimam em “receitar” antibióticos, porque talvez seus funcionários imaginem ter todo o conhecimento a respeito de medicamentos. Ainda existem aquelas que, em um descuido da fiscalização, promovam a famosa empurroterapia com os antibióticos.
Estamos certos que ainda não devemos comemorar, uma vez que brincar de médico e de farmacêutico ainda continua uma “brincadeira” divertida para muitos. A bola da vez agora são os antiinflamatórios... Mas estamos certos de que este é o melhor caminho...
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